{"id":8523,"date":"2022-05-02T17:00:56","date_gmt":"2022-05-02T17:00:56","guid":{"rendered":"https:\/\/web.weboost.pt\/osteo360\/escoliose-no-bebe-e-possivel\/"},"modified":"2022-05-02T17:00:56","modified_gmt":"2022-05-02T17:00:56","slug":"escoliose-no-bebe-e-possivel","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/web.weboost.pt\/osteo360\/escoliose-no-bebe-e-possivel\/","title":{"rendered":"ESCOLIOSE NO BEB\u00c9, \u00c9 POSS\u00cdVEL?"},"content":{"rendered":"<p>[vc_row][vc_column][vc_column_text]A resposta \u00e9 sim, \u00e9 poss\u00edvel identificar uma escoliose no Beb\u00e9, no entanto, nem sempre \u00e9 f\u00e1cil de o fazer. V\u00e1rias s\u00e3o as origens de uma escoliose, algumas delas devido a malforma\u00e7\u00f5es e outras idiop\u00e1ticas (sem causa que se consiga identificar com exatid\u00e3o como estando na origem do problema). Nos primeiros 6 meses de vida do Beb\u00e9, o Beb\u00e9 pode apresentar alguns sinais que nos podem alertar para a presen\u00e7a de uma escoliose:<\/p>\n<ul>\n<li>Altera\u00e7\u00f5es da forma de cabe\u00e7a (a cabe\u00e7a n\u00e3o \u00e9 redonda)<\/li>\n<li>Altera\u00e7\u00f5es da forma da face (um olho maior que o outro, uma bochecha maior que a outra&#8230;)<\/li>\n<li>O Beb\u00e9 inclina a cabe\u00e7a ou o tronco sempre para o mesmo lado<\/li>\n<li>Na posi\u00e7\u00e3o de tummy time (posi\u00e7\u00e3o de brincar de barriga para baixo), estando o Beb\u00e9 sem roupa e a brincar olhando para a frente, \u00e9 poss\u00edvel reconhecer que as costas do Beb\u00e9 apresentam uma zona mais saliente de um dos lados da coluna vertebral.<\/li>\n<li>Quando juntamos as pernas do Beb\u00e9 \u00e9 poss\u00edvel verificar uma \u201caparente\u201d diferen\u00e7a de tamanho nas pernas do Beb\u00e9 (essa diferen\u00e7a de tamanho na grande maioria dos casos n\u00e3o \u00e9 real, tem origem numa inclina\u00e7\u00e3o p\u00e9lvica)<\/li>\n<\/ul>\n<p>Todos esses sinais podem estar mais ou menos presentes sendo que nos primeiros 6 meses de vida do beb\u00e9, dependendo da origem do problema, \u00e9 poss\u00edvel identificar apenas uma ou outra dessas altera\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A partir dos 6 meses, o Beb\u00e9 inicia o sentar. Assim que o Beb\u00e9 se senta sozinho, para os pais \u00e9 mais f\u00e1cil reconhecer uma poss\u00edvel escoliose. Quando o Beb\u00e9 est\u00e1 sentado, sem camisola, a olhar para a frente, sem objetos nas m\u00e3os, vai ser poss\u00edvel identificar que um ombro est\u00e1 mais alto do que o outro e que o Beb\u00e9 apresenta uma zona mais saliente de um dos lados da coluna vertebral.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Se identificou alguns dos sinais de uma poss\u00edvel escoliose no seu Beb\u00e9, procure ajuda de um osteopata com experi\u00eancia em pediatria e fale com o pediatra do seu Beb\u00e9. Uma interven\u00e7\u00e3o precoce \u00e9 a chave para o sucesso do tratamento.[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row]<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[vc_row][vc_column][vc_column_text]A resposta \u00e9 sim, \u00e9 poss\u00edvel identificar uma escoliose no Beb\u00e9, no entanto, nem sempre \u00e9 f\u00e1cil de o fazer. V\u00e1rias s\u00e3o as origens de uma escoliose, algumas delas devido a malforma\u00e7\u00f5es e outras idiop\u00e1ticas (sem causa que se consiga identificar com exatid\u00e3o como estando na origem do problema). Nos primeiros 6 meses de vida [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[1,13],"tags":[],"class_list":["post-8523","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-oste360","category-publicacoes"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/web.weboost.pt\/osteo360\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8523","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/web.weboost.pt\/osteo360\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/web.weboost.pt\/osteo360\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/web.weboost.pt\/osteo360\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/web.weboost.pt\/osteo360\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=8523"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/web.weboost.pt\/osteo360\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8523\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/web.weboost.pt\/osteo360\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=8523"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/web.weboost.pt\/osteo360\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=8523"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/web.weboost.pt\/osteo360\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=8523"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}